Os erros mais críticos que ainda ocorrem e comprometem a segurança em altura nas obras
Apesar do avanço das normas e da tecnologia, muitos acidentes em altura continuam sendo causados por erros simples — e recorrentes — na aplicação da NR-18 e NR-35. Este artigo apresenta os principais deslizes que ainda colocam vidas em risco e compromissos jurídicos nas obras, além de mostrar como evitá-los com planejamento, treinamento e fiscalização contínua.
1. Falta de análise preliminar de risco (APR)
Um dos erros mais graves e comuns. Muitas equipes ignoram a APR ou a realizam de forma genérica, copiando modelos prontos que não correspondem à realidade da obra.
Consequências: identificação incorreta de riscos, ausência de controles efetivos e falsa sensação de segurança.
Como evitar:
Elaborar APR específica para cada frente de trabalho.
Envolver o técnico de segurança e o encarregado da área.
Atualizar sempre que houver mudança no cenário da obra.
2. Montagem improvisada de andaimes
Mesmo com normas claras na NR-18, ainda se vê andaimes com peças reaproveitadas, conexões soltas, rodízios sem travas e falta de guarda-corpo.
Consequências: instabilidade estrutural, tombamento e quedas fatais.
Como evitar:
Seguir layout de montagem validado por responsável técnico.
Usar peças normatizadas e em bom estado.
Contratar equipe qualificada ou terceirizar a montagem com empresas como a Rentalcom.
3. Falta de pontos de ancoragem certificados
Na aplicação da NR-35, muitos operários ainda utilizam estruturas inadequadas como ponto de ancoragem (ex: tubos do andaime, ferragens da obra ou vigas não testadas).
Consequências: falha no sistema de retenção de queda.
Como evitar:
Instalar pontos de ancoragem testados por engenheiro.
Usar linhas de vida e talabartes com absorvedor de energia.
Garantir inspeção periódica dos pontos fixos.
4. Ausência de treinamento prático e reciclagem
Apenas entregar um certificado NR-35 não significa que o trabalhador esteja apto. O erro está em não reforçar o conteúdo com treinamentos práticos e reciclagem periódica.
Consequências: uso incorreto de EPIs, falhas em resgates e procedimentos de emergência.
Como evitar:
Treinamento prático no próprio canteiro.
Simulações de emergência.
Atualização obrigatória a cada dois anos ou após incidentes.
5. Falta de checklists e inspeções diárias
Obras que não têm uma rotina formal de inspeção correm risco de operar com andaimes danificados, EPIs vencidos ou sinalização inadequada.
Consequências: falhas não detectadas até que um acidente aconteça.
Como evitar:
Implementar checklist diário de segurança (conforme NR-18).
Registrar inspeções com fotos e assinatura dos responsáveis.
Corrigir imediatamente qualquer não conformidade.
6. Falha na sinalização e isolamento da área
Muitas quedas e atropelamentos acontecem porque a área de trabalho em altura não está isolada adequadamente do restante da obra.
Consequências: colisões, quedas de materiais, acesso indevido.
Como evitar:
Instalar placas de advertência visíveis.
Delimitar o perímetro com fitas ou barreiras físicas.
Garantir que apenas profissionais autorizados tenham acesso.
Erros em altura custam caro — em vidas, em multas e em reputação. A prevenção exige mais que normas: exige cultura de segurança, compromisso da liderança e equipamentos adequados. A Rentalcom vai além da locação: entrega soluções completas com montagem técnica, inspeções, APR e suporte especializado.
Não espere um acidente para agir. Garanta a conformidade e a proteção da sua equipe com quem entende do assunto.
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